El Sínodo de la Amazonia mantendrá la atención en la selva aunque las llamas se apaguen

El presidente de Brasil, Jair Bolsonaro, el pasado agosto. (Foto: Evaristo Sá/AFP/Reprodução do El País)
O massacre dos inocentes nos denuncia na mais violenta cidade amazônica

A menina com nome de rua e o menino com nome de jogador de futebol, no reservatório da usina de Belo Monte, em Altamira (PA). (Foto: Lilo Clareto/Reprodução do El País)
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Se os colocassem em linha reta, os corpos comporiam um rastro de quase 700 metros de carne humana furada pelas balas. Oito em cada dez são negros. A maioria, homens e jovens. Esta é a imagem dos mortos produzidos pela polícia do Rio de Janeiro só durante o primeiro trimestre do ano: 434 pessoas executadas, quase cinco por dia, o maior número nos 21 anos de registro do Instituto de Segurança Pública.

Habitantes de las favelas de Río muestran fotos de víctimas de violencia mientras participan en una protesta cerca de la playa de Ipanema en Río de Janeiro, Brasil, el pasado 26 de mayo. (Foto: Ricardo Moraes/Reuters/Reprodução do El País)
Los habitantes de las favelas de Río piden ayuda contra la policía que extermina a los jóvenes negros
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