Não é incompetência nem descaso: é método

Até os organismos mais primários têm instinto de sobrevivência. Faço aqui um apelo ao instinto de sobrevivência de cada um. Tudo o que estamos fazendo não é suficiente. É hora de fazer não apenas o que sabemos, mas o que não sabemos. Não apenas por altruísmo ou por compaixão pelos que tombam. Mas pela vida. A guerra da Amazônia é a guerra deste tempo. A guerra da Amazônia é a guerra contra os comedores de planeta. Coube a nós, que ainda estamos vivos, travar essa guerra. Que tenhamos vergonha na cara e lutemos.

Manifestantes em Londres (Reprodução do Nexo)

Manifestantes em Londres (Reprodução do Nexo)

Minha matéria para o Nexo. Leia AQUI.

FLIP 2021 – mesa 12: Políticas vegetais, com Kim Stanley Robinson e Eliane Brum

ÁUDIO ORIGINAL: youtu.be/Ajl3lyzUy_8
ENGLISH INTERPRETATION: youtu.be/KuCDD5DQ_kQ

Kim Stanley Robinson foi convidado pela organização da COP26 para acompanhar, com passe totalmente livre, as negociações que tentaram estabelecer um novo acordo internacional para evitar a catástrofe climática. Pode parecer tarefa estranha para um consagrado escritor de ficção científica, mas sua última obra literária, The ministry for the future (o “livro da década” segundo o músico/pensador Brian Eno), já é referência incontornável para muitas pessoas que decidem política ambiental no mundo todo. Na Flip, Kim Stanley Robinson conversa com Eliane Brum, que acaba de publicar Banzeiro òkòtó: Uma viagem à Amazônia Centro do Mundo, seu relato sobre a batalha contra a catástrofe climática em curso na Amazônia. Como as políticas vegetais do presente podem nos guiar para a invenção de outros futuros possíveis?

Assista AQUI (em português)

O negacionista “sincero” pode nos levar à extinção

Nossos problemas seriam infinitamente menores se os negacionistas fossem apenas Bolsonaro e sua turma. Estamos em emergência climática, mas a maioria vive como se esse fosse um assunto paralelo. Nesta coluna do EL PAÍS Brasil escrevo para o negacionista sincero, infelizmente a maioria da população, mas que ainda pode despertar em pé e agir.

Manifestantes protestam contra o uso de combustíveis fósseis durante a a Cúpula do Clima em Glasgow, nesta quarta. YVES HERMAN (REUTERS) - Reprodução do El País Brasil

Manifestantes protestam contra o uso de combustíveis fósseis durante a a Cúpula do Clima em Glasgow, nesta quarta.
YVES HERMAN (REUTERS) – Reprodução do El País Brasil

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