En los proyectos de poder de los extremistas de hoy se elimina la idea de futuro

El presidente brasileño, Jair Bolsonaro, camina frente al Palacio Alvorada este lunes en Brasilia, Brasil.SERGIO LIMA / AFP (Reprodução do El País)
Por que nos juntamos num movimento global de resgate do presente

No manifesto #liberteofuturo, lançado neste domingo, 5 de julho, escrevemos: “Lançamos esse movimento porque não queremos ser abatidos como gado. Seja no campo ou na cidade, queremos viver como floresta ―em pé― e lutar”. Sim, queremos lutar pelo futuro do presente ―no presente. Nós, que temos nos mostrado tão competentes em imaginar o fim do mundo ―do apocalipse bíblico aos filmes de zumbi, dos vírus (que agora tivemos uma amostra) a um ataque alienígena, do domínio da inteligência artificial ao holocausto nuclear―, temos que nos tornar capazes de imaginar o fim do capitalismo. Temos que nos tornar capazes, principalmente, de imaginar um futuro onde possamos e queiramos viver. Imaginar é ação política. Imaginar é instrumento de resistência. Imaginar o futuro já é começar a criar o presente.
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O pior que pode nos acontecer depois da pandemia será justamente voltar à “normalidade”.

Um homem passa por um grafitti de Jair Bolsonaro durante a pandemia de coronavírus, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira. SILVIA IZQUIERDO / AP (Reprodução do El País)
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