Parem de nos matar!

Se os colocassem em linha reta, os corpos comporiam um rastro de quase 700 metros de carne humana furada pelas balas. Oito em cada dez são negros. A maioria, homens e jovens. Esta é a imagem dos mortos produzidos pela polícia do Rio de Janeiro só durante o primeiro trimestre do ano: 434 pessoas executadas, quase cinco por dia, o maior número nos 21 anos de registro do Instituto de Segurança Pública.

Habitantes de las favelas de Río muestran fotos de víctimas de violencia mientras participan en una protesta cerca de la playa de Ipanema en Río de Janeiro, Brasil, el pasado 26 de mayo. (Foto: Ricardo Moraes/Reuters/Reprodução do El País)

Habitantes de las favelas de Río muestran fotos de víctimas de violencia mientras participan en una protesta cerca de la playa de Ipanema en Río de Janeiro, Brasil, el pasado 26 de mayo. (Foto: Ricardo Moraes/Reuters/Reprodução do El País)

“Parad de matarnos”

Los habitantes de las favelas de Río piden ayuda contra la policía que extermina a los jóvenes negros

Leia no El País (em espanhol)

A esquerda que não sabe quem é

Como deixar de apenas reagir, submetendo-se ao ritmo imposto pela extrema direita no poder, e passar a se mover com consistência, estratégia e propósito?

Madeira de extração ilegal apreendida em abril pelo Ibama Terra Indígena (TI) Pirititi, no sul de Roraima. (Foto: Felipe Werneck/Ibama/Reprodução do El País)

Madeira de extração ilegal apreendida em abril pelo Ibama Terra Indígena (TI) Pirititi, no sul de Roraima. (Foto: Felipe Werneck/Ibama/Reprodução do El País)

 Leia na minha coluna no El País 

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