Cotidiano de Exceção

Como resistir?

Neste momento de tantas armadilhas, o que se infiltra nas horas é esta sensação de anormalidade que não passa. Convertida num presente contínuo, é como se o dia seguinte nunca chegasse. O risco é que, para recuperar a “normalidade”, qualquer normalidade, se aceite o inaceitável. Quanto maior for o anseio por “normalidade”, mesmo que ilusória, mais as pessoas tornam-se dispostas a conceder e a perder direitos. E é aí que mora o perigo.

Na coluna desta semana, faço uma conversa com um livro que reflete sobre a tirania. Precisamos reagir por reflexão – e não por reflexo. A melhor resistência ainda é o pensamento.

Leia o texto completo AQUI.

Cartaz da edição brasileira do livro 'Sobre a tirania' feito por Alceu Chierosin Nunes DIVULGAÇÃO

Cartaz da edição brasileira do livro ‘Sobre a tirania’ feito por Alceu Chierosin Nunes DIVULGAÇÃO

Os que apodrecem

Minha coluna no El País pode ajudar a compreender por que indígenas são feridos e mãos são decepadas no Brasil em que os ruralistas são “donos” da Funai.

Quando os índios descobrem o Brasil do governo 9% de aprovação Temer

Movimentos indígenas protestam em Brasília, na última semana. JOÉDSON ALVES EFE (Reprodução El País)

Movimentos indígenas protestam em Brasília, na última semana. JOÉDSON ALVES EFE (Reprodução El País)

É isso. No Brasil o passado não passa e o futuro já passou.

Leia a coluna completa AQUI.

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